Página inicial Mercado Imobiliário Educação Financeira #140: saiba como funcionam os planos de saúde digitais

Educação Financeira #140: saiba como funcionam os planos de saúde digitais

Operadoras prometem gestão de saúde 360 graus por aplicativo. No entanto, contratação exige análise de preços e cobrança de copartipação em consultas e atendimento no pronto socorro.

Contratar um plano de saúde no Brasil é um desafio. Na simulação de serviços, nem sempre é possível equilibrar boa cobertura, com atendimento de qualidade e mensalidade acessível.

Para atender os clientes insatisfeitos com as operadoras de saúde tradicionais, startups tentam ganhar o mercado criando planos de saúde digitais. Desde o ano passado, elas já receberam aportes financeiros que ultrapassaram a casa dos R$ 500 milhões

Entre as empresas que atuam neste segmento estão QSaúde e Alice, que são individuais para pessoa física, e Sami, destinada a pessoas jurídicas.

Os planos de saúde digitais prometem uma gestão de saúde 360 graus por aplicativo, com preparadores físicos, psicólogos e até nutricionistas. E para atendimento geral, resgatam o papel do médico de família. São eles que indicam, por aplicativo, a necessidade de ida a pronto socorro ou agendamento com especialistas.

Esse serviço, contudo, requer atenção: alguns planos cobram copartipação se o paciente for ao hospital ou agendar consultas sem a liberação do médico de família.

Além disso, os planos digitais nem sempre são mais baratos — há opções de entrada a partir de R$ 246 para pessoas de até 18 anos. A vantagem está em serem individuais [no caso da QSaúde e da Saúde] e regulamentos pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar).

Para explicar aos usuários como funcionam os planos digitais, o G1 convidou o planejador financeiro e corretor de saúde Marlon Glaciano para este episódio do podcast de Educação Financeira.

This website uses cookies to improve your experience. We'll assume you're ok with this, but you can opt-out if you wish. Accept Read More